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Acordamos à rei no 1908 Lisboa Hotel e #ProvamosEAprovamos

Não foi um dia da semana normal porque terminou fora de casa, com uma experiência completa que nos fez pernoitar e amanhecer no 1908 Lisboa Hotel. Desde que entramos no “The King Room” que não paramos de trautear a “Eye of the Tiger”, dos Survivor, e a verdade é que nos sentíamos o verdadeiro rei Rocky cada vez que vestíamos o roupão. Mas temos uma explicação para isso…

sexta-feira, 21 janeiro 2022 12:58
Acordamos à rei no 1908 Lisboa Hotel e #ProvamosEAprovamos

O nosso dia amanheceu no 1908 Lisboa Hotel, que fica ali no gaveto entre a Avenida Almirante Reis e o Largo do Intendente, uma das zonas mais movimentadas e multiculturais da capital. O edifício é datado de 1908, tendo sido projetado por Adães Bermudes, que deu uma oportunidade à Arte Nova – estilo que já dava cartas na Europa. Depois de mais de uma centena de anos de abandono, a mão do arquiteto Pardal Monteiro recuperou-o, mantendo a sua génese no exterior e apostando numa linguagem contemporânea nos interiores.

Quando chegamos, saltaram logo à vista a instalação de Bordalo II, no Bar 1908 Lisboa, e o mural de Vanessa Teodoro, pintado na parede que dá para o elevador em vidro e que nos acompanhou até ao último andar. À nossa espera estava o “The King Room”, um dos três “The Attic Rooms”, que ficam situados num lobby exclusivo e tanto podem ser re­servados individualmente, como na sua totalidade. E pode-se dizer que foi mesmo à rei…

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O quarto, espaçoso e confortável, e com bastante luz dadas as janelas altas, tinha à nossa espera vinho do Porto e alguns postais criativos. A casa de banho, virada para o Largo do Intendente, estava adornada com uma banheira de formal oval – bastante convidativa por sinal –, um walk-in shower, amenities cheirosos da linha Portus Cale da Castelbel, acessórios necessários para a higiene diária – como escovas de dentes, pentes, limas, giletes, etc. – e os roupões mais originais que já tínhamos visto. “Go Tiger” estava escrito nas partes de trás e lembrou-nos logo a “Eye of the Tiger”, que ficou no ouvido e foi trauteada vezes sem conta – até quando o desfilávamos na varanda para desfrutar da vista para o Castelo de São Jorge e a Almirante Reis.

Design sem nome

 

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Depois do santo descanso à chegada e de um banho revigorante, o Infame esperava por nós para jantar. André Rebelo, chef também responsável pelo restaurante Jangada, no You and the Sea – irmão do 1908 Lisboa Hotel, uma vez que pertencem à mesma empresa, Villa de Santa Ana –, assume as rédeas da cozinha. Foca-se nos produtos da época e locais, e nos legumes da horta que desenvolveu com a equipa no irmão da Ericeira.

À nossa mesa chegou, sugerido pelo barman, um dos cocktails de assinatura, o Perception – composto por rum Bacardi Carta Blanca, Martini Bitter, abacaxi, coco e sumo de lima –, que foi criado pelo gerente do hotel e semifinalista da BACARDÍ Legacy Cocktail Competition, Marcos Dias. Seguiu-se, pedido por nós – o critério de escolha foi a curiosidade –, o Pica-Pau de Atum, acompanhado de batata doce frita e ovo; o eRICEira, de arroz de sapateira e camarão tigre; o Hold your horses, um bife do lombo com molho caseiro, ovo estrelado e batata frita; e, por fim, o Are you nuts?, um bolo de avelã, mascarpone, café e caramelo salgado.

As expetativas não foram defraudadas, tanto que no dia seguinte sentámo-nos na mesma mesa para tomar o pequeno-almoço. Sorte à parte, o mérito é da equipa, que foi impecável. E fizeram-nos sentir uns reis. Go Tiger!

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